| Local | Umuarama, Domingo, 31 de Outubro de 1999 |
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Dia de Finados Venda de flores não está aquecida Floristas reclamam que procura por flores naturais e artificiais ainda é pequena; expectativa é crescimento de vendas amanhã e na terça-feira UMUARAMA Da Redação do Ilustrado
Nem a proximidade do Dia de Finados, foi suficiente para dar o aquecimento esperado no comércio de flores em Umuarama. Floristas reclamam que as vendas estão abaixo da expectativa e aguardam uma melhora da situação para amanhã e depois de amanhã. O dia de Finados é comemorado na terça-feira. Segundo a dona de floricultura Isabel Rocha, o movimento continuava normal na loja até anteontem. "Hoje um vaso de flores pode ser encontrado em qualquer mercado, em qualquer esquina", justificou para o baixo movimento. Ela contou que antigamente nesta época as vendas eram maiores. "Há a procura por quem quer presentear uma pessoa especial, mas nada relacionado ao dia de finados", disse. Um pouco mais animada, Eni Tavares, de outra floricultura aposta no crescimento do movimento na reta final, principalmente quem preferir coroas de flores ao invés de vasos e ramalhetes. Ela informou que a maior parte das pessoas procura por flores naturais, preterindo as artificiais. Nem por isso o comércio de flores artificiais está reclamando. O comerciante Aparecido Tavares disse que não tem do que se queixar. "O forte do meu ramo é outubro", disse. Ele informou que muitas pessoas estão se prevenindo e comprando as flores antecipadamente. Ele informou que fornece flores em atacado para floriculturas da região. O que mais sai são ramalhetes de crisântemos, rosas e papoulas. O ramalhete mais caro sai por R$ 30. "Por durar mais tempo, muitas pessoas procuram as flores artificiais", disse. A vizinha de banca, Ilda Silvério dos Santos, disse que o consumidor está olhando muito, mas comprando pouco. O que acaba saindo são flores mais baratas, como vasinhos com violetas que saem entre R$ 2 e R$ 5. Nesta briga pelo cliente quem está saindo na frente são os supermercados que comercializam o produto natural a um preço inferior do que o encontrado em casas especializadas. A justificativa é a quantidade de flores compradas. Somente para finados, um supermercado da cidade colocou sete mil vasos de flroes a venda. A maior parte são de crisântemos, vendidos a R$ 2,95. Parte das flores vieram de Holambra e parte de Maria Helena. Apesar do grande número de flores, o sub-gerente do supermercado, José Rodrigues acredita que pode faltar flores para quem deixar a compra para a última hora. "Recomendamos que as pessoas comprem o mais rápido possível", disse Rodrigues. _______________________________________ Notícias da Unipar Mestrado em Comunicação Os professores Jorge Vieira e Philadelpho Menezes Neto (coordenador do Mestrado em Comunicação e Semiótica da PUC/SP), na aula inaugural do projeto de mestrado nesta área que está em andamento na Unipar. Iniciado este mês, o Mestrado é uma parceria entre a Universidade Paranaense (Unipar) e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. O coordenador falou sobre a importância da parceria, que soma esforços para melhorar a qualidade no ensino, pesquisa e extensão. Alunos de várias regiões do Paraná estão participando do curso, que visa fornecer fundamentação geral em Comunicação e Semiótica. Unipar na moda Modelos desfilam para universitários. O agito começou com o trabalho dos alunos do curso de Comunicação Social/Publicidade e Propaganda, que apoiaram o evento. Eles abraçaram a causa: com muita criatividade, anunciaram o evento, chamando a atenção dos colegas, que lotaram o pátio do Bloco B. Os acadêmicos também se encarregaram da animação durante o desfile. A coordenadora dos trabalhos, professora Sônia Moro (de blusa azul, à esquerda), ficou supersatisfeita com a "performance" de seus alunos. "Eles são realmente muito criativos!" Vestibular 2000 Já está montada a Comissão Central do Processo Seletivo 2000, que será o maior da História da Unipar. O "QG" funciona no térreo do prédio central da Unipar (da Biblioteca). Nesse local, os candidatos podem obter informações detalhadas do vestibular. A equipe do CCPS, coordenada pelos professores Rui de Souza Martins e Jânio Tramontin Paganini, também vem colocando em prática outras formas de contatar com estudantes. Através de mala-direta, estão sendo enviadas correspondências para todo Brasil e países do Mercosul. Só no Campus de Umuarama, a Unipar está oferecendo quinze novos cursos. As inscrições começam na próxima sexta-feira e seguem até dia 26 de novembro. Mais informações, "disk-vestibular": 621-2829 ou 623-3031. Unipar na Argentina Nos dias 22 e 23 de outubro, o professor de Medicina Veterinária da Unipar, Max Gimenez Ribeiro, participou do curso sobre "Diagnóstico e Claudicação em Eqüinos", em Cordoba/Argentina. Os objetivos foram divulgar o nome da Unipar, através de contatos com outros veterinários nacionais e internacionais e trocar experiência em patologias de eqüinos. Unipar em São Paulo Visando um maior desenvolvimento na área de Administração da Unipar, a professora do Campi de Cascavel, Beatriz Mammini, participou do curso "Michael Porter no Brasil: Redefinindo e implementando sua estratégia para vencer na era da concorrência total", que aconteceu no último dia 26, em Barueri/SP. Unipar no Rio A professora do curso de Medicina Veterinária da Unipar, Lisiane de Almeida Martins, representou a Universidade no XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, que aconteceu de 24 a 28 de outubro, no Rio de Janeiro. O evento possibilitou a atualização dos conhecimentos na área de microbiologia geral e veterinária. Unipar no Recife O professor do curso de Educação Física da Unipar, José Irineu Gorla, esteve presente no III Congresso Brasileiro de Atividade Motora Adaptada, que aconteceu de 20 a 23 de outubro, no Recife/Pernambuco. O objetivo do evento foi o aperfeiçoamento nas áreas de deficiência mental e física, através da troca de conhecimentos com outros profissionais. Unipar no Congresso Paulista A Unipar esteve presente no VI Congresso Paulista de Saúde Pública, através da participação da professora do curso de Ciências Sociais, do Campi de Cascavel, Zelma Francisca Torres. "Condições de saúde e qualidade de vida na cidade", "Planejamento e gestão para a cidadania" e "Defesa da saúde na cidade" foram os principais assuntos em discussão. O evento aconteceu de 17 a 20 de outubro, em São Paulo. Visitas no Hospital Veterinário Os alunos do ensino médio e fundamental de 1º grau, da Escola Estadual Rui Barbosa e Escola Municipal Sebastião de Matos, visitaram o Hospital Veterinário da Unipar no início do mês. Aproximadamente 170 estudantes puderam conhecer as modernas estruturas do Hospital e seus laboratórios de alta tecnologia. Eles também tiveram explicações sobre o funcionamento do curso de Medicina Veterinária da Unipar. Aquisição de CD Rom A Biblioteca adquiriu recentemente um CD Rom de Linux, que é um sofware para ser utilizado em computadores de uso pessoal ou genérico, em edições de textos, planília de cálculos e gráficos. Este CD atua em redes heterogêneas (Windows, Novell, Macintosh e OS/2), sendo um roteador e servidor de arquivos, para aplicação nas redes Internet e Intranet. Unipar/Paranavaí ganha Horto A cidade de Paranavaí ganhou um Horto Medicinal através do projeto da Universidade Paranaense (Unipar), em parceria com a Prefeitura Municipal. Professores e acadêmicos do curso de Farmácia da Unipar serão os responsáveis pelo funcionamento do Horto, com a coordenação da professora Marisa Barion. O Horto Medicinal da Unipar/Umuarama, que é modelo nacional e tem como coordenadora a professora Ezilda Jacomassi, vai repassar as mudas para o de Paranavaí. _______________________________________ Limites? Liberdade de imprensa e dignidade do cidadão "Caso, algum dia, venha a ocorrer um aperfeiçoamento do gênero humano, os filósofos, teólogos, legisladores e moralistas descobrirão que a regulamentação da imprensa é o problema mais importante, difícil e perigoso que eles terão de resolver." (John Adams, presidente dos Estados Unidos de 1797 a 1801)José Renato de Oliveira Silva * O mundo vê agigantar-se o desafio previsto por John Adams há dois séculos. O desenvolvimento das comunicações no globo terrestre e sua instantaneidade, expressos de maneira mais contundente e indiscutível através da virtualidade da internet, a rede mundial de computadores, fizeram ressaltar a necessidade de se discutir, aperfeiçoar e ampliar mecanismos que possam, ao mesmo tempo, garantir o mais universal direito à informação e, por outro lado, evitar abusos no direito de se produzir e transportar essa informação. É preciso entender que a não observância deste segundo apontamento significa a destruição do primeiro, configurando-se inconcebível violência à pessoa, seja quem recebe a informação deturpada, seja a vítima direta desta. Nas últimas décadas, principalmente, as informações publicadas pela imprensa têm ocasionado muitas mudanças ideológicas, estruturais e conjunturais nas sociedades. Governos sobem e apeiam do poder conforme versem as notícias sobre suas intenções ou atuações. Modelos econômicos são exultados ou execrados através da mídia, dando aso a freqüentes mudanças no cenário político/econômico/social/cultural das nações. Sob outro enfoque, observa-se muitas vezes celebridades e mesmo pessoas comuns tendo suas vidas abertas e escancaradas a milhares, milhões de outras pessoas. Em algumas ocasiões isso é mesmo necessário e até imprescindível, mas não raro se cometem arbitrariedades de conseqüências avassaladoras. No Brasil também a imprensa tem exercido um papel preponderante desde o restabelecimento da democracia, ao final dos anos 70 e início dos 80, isso após ter sido um dos principais agentes da referida restauração. Escândalos nacionais têm sido levados constantemente ao público, permitindo uma purificação, ainda tímida e por vezes incipiente, da sociedade brasileira. Não obstante, as mudanças econômicas e políticas não se fizeram acompanhar de avanços sociais mais agressivos, e em nome de uma "paz interna, e para o exterior", observa-se que neste ponto não há massificação midiática dos problemas, mas sim um generoso compadrio com os governos. Talvez um efeito da globalização capitalista, reduzida na verdade a uma internacionalização de capitais e informações. Em nosso país, da mesma forma que na maior parte do globo, verificam-se muitas injustiças ocasionadas pela divulgação maldosa, apressada ou encomendada de notícias pelos meios de comunicação de massa. O "furo" não tem escrúpulos, pode-se dizer. Muitas vezes vidas são devassadas, a honra é enlameada, a moral é destruída. Em nome da liberdade de imprensa chega-se a exterminar a liberdade de um ser humano, ou de um grupo que seja objeto da reportagem, ou de toda uma sociedade que esteja assistindo impassível a inverdades ou deturpações. É razoável, portanto, haver algum controle sobre a divulgação de reportagens pela imprensa, entendida em sentido amplo. Há que haver ética, dignidade, humanidade. Mas como fazer, se a hedionda censura é absolutamente incompatível com os ideais democráticos? Como coibir jornalistas e empresas inescrupulosos sem atingir os profissionais e veículos honrados, que tão grande contribuição dão, ou tentam dar, para o desenvolvimento social da nação? Não se pode exagerar, cortando os dedos pelo defeito de algum anel. A responsabilização civil e criminal pelos danos cometidos através dos meios de comunicação é um imperativo da sociedade moderna. Essa responsabilização deve ter o intuito de punir o mau profissional ou empresa, coibindo intenções de novas violências e fazendo cuidar-se mais em averiguar o que é divulgado. Ao mesmo tempo, deve ressarcir, no que couber e puder, a vítima. Mas, especificamente no caso do Brasil, cabem outras perguntas: é necessária uma lei de imprensa ou os códigos já existentes são suficientes para regular a liberdade de manifestação através da mídia? As sanções para os jornalistas que cometerem crimes contra a honra (calúnia, injúria e difamação) devem ser mais brandas, mais rigorosas ou iguais às das pessoas ditas comuns? Tramita no Congresso Nacional há longuíssimos anos o projeto (nº 3.232/92) de uma nova lei de imprensa, que deverá substituir a antiga (Lei 5.250/67), também chamada "lei da ditadura", por ter sido elaborada nos porões do regime militar que comandava o país naquela época. Juristas e jornalistas batem-se defendendo e atacando determinados pontos do projeto. Esse momento de discussões no Congresso e nos meios jurídico e jornalístico é extremamente oportuno para se refletir sobre a questão da responsabilidade civil e penal pelos delitos cometidos através da mídia. É pertinente dizer que o filosófico desafio antevisto pelo presidente americano converte-se, de fato, em uma das maiores questões lançadas à civilização nessa virada de milênio. A primeira questão que se coloca pode ser considerada o Tendão de Aquiles da maioria dos debates em torno da liberdade de expressão protagonizados por juristas e jornalistas brasileiros. A elaboração de uma lei específica para regular a liberdade de imprensa é mesmo condição sine qua non para a garantia da informação com respeito a outros direitos individuais e coletivos, especialmente a honra? Há muitos órgãos, muitos veículos de comunicação, muitos jornalistas ilustres e até professores de direito que entendem que não deve haver uma lei especial para a imprensa. Partem do princípio de que a maioria das infrações que se cometem através dos veículos de comunicação de massa são as mesmas descritas na lei penal comum, como, por exemplo a calúnia, a difamação e a injúria, para ficar nas três figuras (tidas como principais) dos delitos que se cometem através dos meios de comunicação. Dizem, a propósito, talvez maltratados pelos precedentes, que toda vez que se fala na elaboração de Lei de Imprensa, deve-se esperar alguma forma nova de cerceamento da liberdade de expressão. Não pode ser assim. Trata-se de questão antiga. Relata-nos o professor Anis José Leão, que em 1954 o também mestre Lydio Machado Bandeira de Melo, filósofo e pensador, ironicamente, dizia que não se justificava a existência de lei especial para a imprensa, "porque não é o instrumento utilizado no cometimento do delito que pode ter o condão de criar uma regência legal particular; porque a vingar esta idéia, o homicídio com veneno devia ter uma lei especial; o homicídio mediante o uso de explosivo devia ter outra lei especial; o homicídio mediante facadas - ou, como dizem os maus jornalistas, "a golpe de facas" - também deveria ser regido por uma lei especial". O próprio professor Anis entende o problema de forma diferente: "Achamos que deve existir uma lei especial cuidando da imprensa no sentido largo do termo. Primeiro, porque o sistema de responsabilidade existente na imprensa, seja ele de responsabilidade sucessiva ou solidária, é especial. E o direito de resposta, por sua vez, é um instituto que, junto com o sistema de responsabilidade típico da imprensa, tem caráter sui generis; não ficariam bem colocados dentro de um Código Penal, ainda que se pensasse na idéia de abrir-se um vastíssimo capítulo no Código, para cuidar da matéria." Leis de imprensa devem ter um único e exclusivo objetivo: regular as relações da sociedade com os veiculadores de notícias, ou seja, assegurar os direitos constitucionais dos cidadãos e das instituições no campo da informação pública. Esses direitos estão no mesmo campo e têm a mesma estatura democrática da liberdade de imprensa. A lei deve garantir irrestrita liberdade de imprensa, e, para que essa liberdade seja de fato efetiva, garantir simultaneamente a reação pronta e eficaz contra o mau jornalismo. O jornalismo investigativo e a denúncia fundamentada têm a garantia da seriedade e da verdade. Se o meio de comunicação apurou e investigou antes de publicar, nada conseguirá quem quiser processá-lo. Se mentiu, distorceu, inventou, caluniou, difamou ou injuriou, causou danos morais e/ou materiais a alguém, aí sim, deve temer o embate no tribunal. Não se perca de vista: numa democracia não existe "delito de opinião". Existe calúnia, difamação, injúria e outras práticas delituosas, puníveis muito antes de surgir o primeiro jornal. Diuturnamente, deparamo-nos com os paparazzi tupiniquins. Trabalham muitos deles nas delegacias de polícia, especialistas que são na vendagem de jornais desqualificados ou na obtenção de audiência à custa da privacidade alheia. Embora desprovidos de alta tecnologia, são potencialmente mais perniciosos, vez que os seus ataques não se limitam às personalidades famosas ou integrantes da "nobreza" nacional. A Constituição da República, repudiando qualquer forma de censura, tutela a liberdade de expressão, de comunicação e de informação jornalística, como corolário da democracia. Mas, paralelamente, busca assegurar a inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas (e não é necessário que sejam importantes para terem este direito), cuja dignidade está consignada no primeiro artigo da Carta Magna como um dos princípios fundamentais do Estado brasileiro. Se a liberdade de imprensa colide com os direitos individuais, urge alcançar o equilíbrio, de modo que nenhuma das garantias seja obrigada a suportar, sozinha, as conseqüências da indevida expansão da outra José Renato de Oliveira Silva, é bacharel em Direito pela UNEMAT _______________________________________ Informe da OAB E-mails A direção da OAB-PR está solicitando a todos os advogados inscritos que forneçam os seus e-mails para a entidade. Com isso será agilizado todo o processo de envio de correspondências. Cooperativas Entre os próximos dias 8 e 10 de novembro estará se realizando em Curitiba o 1º Simpósio Brasileiro sobre Tributação de Cooperativas, promovido pela coordenação de pesquisas e extensão da Faculdade de Direito da UFPR. Participarão das conferências, painéis e debates, advogados, magistrados e professores de diversos Estados. Maiores informações podem ser obtidas pelos telefones (041) 310-2686 e 310-2735, ou pelo e-mail coopex@barigui.ufpr.br Mediação O desembargador Luís Renato Pedroso, presidente do Conselho Administrativo da Arbitac - Câmara de Mediação e Arbitragem -, solicitou à direção da OAB-PR a indicação de um representante e respectivo suplente para integrar o Conselho Consultivo da entidade. Cursos O Conselho Federal da OAB emitiu pareceres em 13 processos de pedidos e reconhecimento de cursos jurídicos, de diversos Estados. Apenas dois foram favoráveis, um dos quais do Paraná - o da Faculdades Unificadas de Foz do Iguaçu. Pós-graduação A Univale, com o apoio da Subseção de Ivaiporã da OAB, criou o curso de pós-graduação lato sensu em Direito Civil e Processual Civil. De caráter profissionalizante, de acordo com o Parecer 908/98 do CNE, o curso reúne um corpo docente conceituado que já vem tornando um sucesso iniciativas semelhantes nas cidades de Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Joinville, Tupã e Presidente Prudente. As inscrições estão abertas. Maiores informações pelo telefone (043) 472-1414. Concurso Até o próximo dia 5 de novembro estarão abertas as inscrições para o 12º concurso para ingresso na classe inicial da carreira de Procurador do Estado do Rio de Janeiro. É admitida a inscrição via postal. Maiores informações pelos telefones (021) 533-8184 ou 533-5522, ramal 2062. Farmácia Cascavel já possui sua farmácia da Caixa: ela está instalada na Subseção da OAB-PR, à avenida Paraná, 3.000, loja 9. A nova farmácia foi inaugurada na última sexta-feira, com as presenças do presidente da Seccional, Edgard Luiz Cavalcanti de Albuquerque, e do presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Paraná, Antonio Sebastião da Cunha Gebran, idealizador do projeto das farmácias. Esta é a sexta farmácia instalada pela Caixa no Estado. As demais estão em Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Apucarana e Foz do Iguaçu. Não tendo fins lucrativos, todas oferecem aos advogados e seus dependentes os produtos com até 30% de desconto em relação aos preços normais de mercado. Parceira A OAB-PR e o Banco do Brasil estabeleceram parceria oferecendo novas oportunidades aos advogados e diferenciais de atendimento. Cada associado à Ordem pode tornar-se imediatamente cliente especial com cheque ouro. Pode também obter linha de crédito de até R$ 10 mil para compra de móveis de escritório, equipamentos de informática, softwares e livros técnicos, entre outros bens, e ainda valer-se dos serviços do banco para a recepção e administração de depósitos judiciais. Maiores informações podem ser obtidas em qualquer agência do BB. Acordo A Seccional estabeleceu parceria também com a Office Set- Service Enterprise, Training, através do qual são oferecidos descontos de até 30% nos preços dos serviços da empresa. Entre os serviços estão aluguel de salas executivas, de reunião e auditórios, atividades internas e externas, telefones, fax, internet e equipamentos. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone (041) 225-7575. Simpósio Nos próximos dias 4 e 5 de novembro estará se realizando no Rio de Janeiro o 2º Simpósio Nacional de Direito Penal e Processual Penal, promovido pela Tsomma Eventos Jurídicos e contará com a participação de renomados juristas nacionais, entre eles os ministros Luiz Vicente Cernichiaro e Evandro Lins e Silva e o professor René Ariel Dotti. Informações e inscrições pelos telefones (021) 509-7959, 242-4424 e 509-8004. Internacional Por iniciativa do Bureau Jurídico - Desenvolvimento Profissional, será realizado em Recife o Congresso Internacional de Direito (Administrativo, Constitucional, Tributário e Filosofia do Direito), entre os dias 28 e 30 de novembro, no centro de Convenções da Universidade Federal de Pernambuco. O tema central do congresso será "Por uma nova ordem jurídica internacional". A previsão é de participação de três mil pessoas. Maiores informações pode ser obtidas pelo telefone (81) 227-4511, ou pelo e-mail: bj@bureau.com.br. _______________________________________ Briga Árbitro é agredido durante partida de futebol UMUARAMA Da Redação do Ilustrado Uma partida de futebol entre as equipes do Parque Jabuticabeiras e da Vila Operária, pelo Campeonato Interbairros de Umuarama, terminou em tumulto generalizado na noite de sexta-feira, depois que o árbitro José Roberto de Souza Fonseca foi agredido por um jogador do Parque Jabuticabeiras. A confusão teve início aos 25 minutos do primeiro tempo. Depois de uma jogada violenta, o jogador Gregório Sérgio Uliana foi expulso e agrediu o árbitro José Roberto, com socos e pontapés. Os outros jogadores da equipe também entraram na confusão, que só foi encerrada com a atuação dos policiais militares que estavam no local. José Roberto foi levado escoltado pelos policiais para o Hospital São Lucas. O árbitro reclamava de dores no lado direito da cabeça, devido a uma pancada desferida por um dos jogadores. José Roberto disse que já esperava que a partida não seria fácil de ser apitada. "A comissão de arbitragem do campeonato já previa isso, por isso me escalou", comentou. José Roberto disse também que está sendo bastante visado pelos jogadores durante as partidas que apita. "Isso acontece porque eu apito dentro das regras e exijo disciplina. O jogador não joga bola, só quer dar pancada e depois que é expulso, parte para a agressão contra o árbitro", reclamou José Roberto, que expulsou mais cinco jogadores do Parque Jabuticabeiras depois da briga. Depois de ser atendido no hospital, José Roberto registrou queixa na 7ª Subdivisão Policial de Umuarama. De acordo com a Polícia Militar, jogadores e torcedores do Parque Jabuticabeiras danificaram vidraças dos vestiários e parte do alambrado do estádio Lúcio Pipino. Ninguém foi preso. _______________________________________ Moradia popular Projeto quer casas mais baratas Projeto de lei que cria o Fundo de Habitação do Município prevê o financiamento de imóveis populares e a um custo mais baixo pelo município UMUARAMA Da Redação do Ilustrado Com o intuito de financiar projetos habitacionais de baixa renda, tramita na Câmara de Vereadores o projeto de lei que cria o Fundo de Habitação Municipal. A idéia é do vereador Celso Pozzobom (PMDB). Ele argumenta que os atuais sistemas de financiamento em vigor são por tempo prolongado e a dívida do mutuário nunca diminui em virtude dos juros. O projeto deve ir a votação até o final da sessão legislativa, que encerra no próximo dia 15 de dezembro. "Pelo Fundo de Habitação, a pessoa conseguiria um imóvel e iria pagar em determinado tempo. Provavelmente a metade dos 25 anos que geralmente aparecem nos financiamentos vigentes", disse Pozzobom. No entendimento do vereador, essa seria uma alternativa para acabar com a falta de moradia própria e também com favelas que crescem na periferia da cidade. "E a pessoa não vai vender a casa três meses depois, como acontece quando recebe o imóvel em doação", disse Pozzobom. A justificativa é que como o mutuário pagaria pelo bem, teria interesse em preservá-lo. O FHM seria formado com recursos previsto em dotação orçamentária do município; transferência de iniciativa privada, referente à instituição de venda de potencial construtivo; recursos dos governos Estadual e Federal; do pagamento de prestações dos beneficiados pelo programa, e juros bancários e rendas de capital provenientes da imobilização ou aplicação do Fundo. Outra alternativa seria a venda de imóveis pertencentes ao município e que não são utilizados. Um exemplo citado pelo vereador seria que em um único loteamento, o município teria ficado com 56 terrenos, destinados a escola, creche, igreja, entre outros. "O terreno da escola e da creche não poderiam ser disponibilizados, mas o restante sim", argumentou o vereador. O Ilustrado tentou apurar quantos imóveis a Prefeitura de Umuarama dispõe atualmente, mas foi informado pela assessoria de imprensa que não seria possível obter esses dados. O projeto também prevê a venda de casas que seriam destinadas como residências de juízes, promotores de justiça, delegados e oficiais da polícia militar e do corpo de bombeiros. "São imóveis que não são mais utilizados e a maior parte está localizada na Zona Dois, uma das mais valorizadas da cidade. Se vendessem esses imóveis, os recursos poderiam ir para o Fundo e daria para construir muitas casas", disse Pozzobom. Pelo projeto, o Fundo seria administrado pelo prefeito, por dois membros designados pela Câmara, um membro indicado pelo setor da construção civil, o secretário municipal de Fazenda e o coordenador de planejamento, urbanismo e habitação do município. Os cargos não seriam remunerados. Esse conselho seria o encarregado de analisar e definir os recursos que seriam aplicados, onde e de que maneira. Se aprovado o projeto, o prefeito terá 90 dias para fazer a regulamentação através de decreto. _______________________________________ Morre comerciante que caiu de escada UMUARAMA Da Redação do Ilustrado O comerciante Lécio Ronqui, morreu no início da manhã de ontem. Ronqui estava internado na Unidade de Terapia Intensiva, desde o último dia 22, depois de ter sofrido uma queda de uma altura de cerca de 3 metros, quando consertava o telhado da casa onde morava, na praça Anchieta. De acordo com o Instituto Médico Legal de Umuarama, Ronqui morreu de insuficiência respiratória, em consequência de politraumaitismos sofrido na queda. _______________________________________ Saúde Bucal - O Colégio Global de Umuarama recebeu na última semana a coordenadora de Educação para Saúde e a assistente odontológica do Sesc para ministrarem palestra sobre (foto) e prevenção da saúde bucal, aos alunos de educação infantil e ensino fundamental do colégio. O objetivo do trabalho é educar desde cedo as crianças, quanto aos cuidados que se deve ter com os dentes. Entre os vários temas abordados pela equipe, o que chamou mais a atenção, foi as doenças causadas por uma higiene inadequada, mostrando aos alunos, com muita clareza, a anatomia bucal, através de representação teatral._______________________________________ Folga do feriado Quem abre e quem fecha amanhã UMUARAMA Da Redação do Ilustrado No Dia de Todos os Santos, muita gente vai levantar cedo para trabalhar normalmente. A data que antigamente constava no calendário como feriado obrigatório, agora é facultativo. O resultado é que quem não prestar atenção no que abre e no que fecha, pode acabar perdendo a viagem. O comércio e os supermercados vão atender normalmente, até às 18 horas e 20 horas, respectivamente. Os bancos também terão expediente normal. As floriculturas devem trabalhar inclusive na terça-feira para atender quem deixou a compra de flores para a última hora. O feriado será válido apenas para os funcionários públicos estaduais e municipais, que voltam a trabalhar na quarta-feira. Mas serviços essenciais, como a coleta de lixo, continuará sendo feita normalmente. O atendimento nas delegacias, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros será feito através do plantão. _______________________________________ |
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