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CIDADE
Cesta Básica
Consumidor precisa ficar atento aos reajustes para não furar o orçamento
13/9/2017
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Umuarama – Na hora de realizar a compra do mês a pesquisa continua sendo a melhor forma de economizar. Com a variação dos valores no mercado de varejo nos últimos dias, como também, os reajustes no gás de cozinha, água, energia e combustível, o consumidor precisa ficar atento para não furar o orçamento doméstico. Em comparação ao mês de agosto deste ano, a pesquisa liberada ontem pelo Procon de Umuarama mostra reajuste na cesta básica (marcas líderes) de 1,5%.
Na pesquisa compondo as marcas mais consumidos em Umuarama, os preços dos produtos que compõem a cesta básica (alimentos, limpeza e higiene) estão oscilando e apresentam elevação em apenas um mês. Entretanto, na pesquisa voltada para as marcas com preços mais baixos, os valores recuam significativamente, apresentando uma média de - 6,4% no valor da cesta básica em comparação com o levantamento de agosto.
Conforme a coordenadora do Procon de Umuarama, Elizabete Nisihara Sarmento, o órgão sempre defende a pesquisa de preço, como forma de promover qualidade de vida ao consumidor. “Mesmo quando a economia está estável a pesquisa deve ser feita, pois o consumidor economiza dinheiro e isso traz qualidade de vida para as famílias”, alertou.
Conforme o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do País nos sete primeiros meses de 2017 apresentou um crescimento de 1,43%. Nos últimos doze meses, o índice de preços acumula uma alta de 2,71%. “Para compra de mês faço uma pesquisa prévia e no decorrer dos dias aproveito as promoções para comprar carnes, frutas e verduras. Essa é a única forma de economizar. Meu namorado até criou um grupo de discussão na internet, para as pessoas publicarem à variações dos valores de cada mercado”, disse Alessandra Sanches.
Ainda segundo Elizabete, ficar atento a variação nos valores dos produtos também equilibra o mercado e acirra a concorrência dos fornecedores. “É uma prática antiga e não deve ser esquecida. Compensa o consumidor fazer a rota dos mercados, principalmente nos dias especiais de ofertas, como de carnes, frutas e verduras. Hoje também existem outros meios de pesquisar, como a internet e na rede social,”, orientou.

Varejo em queda

O varejo paranaense fechou o primeiro semestre do ano com queda de 2,64% nas vendas de acordo com a Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR). Os setores de combustíveis (-12,41%), autopeças (-11,61%) e livrarias e papelarias (-10,56%) tiveram as maiores perdas. Com alta de 27,41% no acumulado do ano, as lojas de móveis, decorações e utilidades domésticas despontaram no volume de vendas. O comércio de calçados (5,25%), as lojas de departamentos (2,19%) e o ramo de óticas, cine-foto-som (0,34%) também tiveram crescimento no faturamento. Os demais segmentos avaliados – materiais de construção, supermercados, farmácias, concessionárias de veículos, vestuário e tecidos – encerraram a primeira metade do ano no vermelho. O mês de junho apresentou redução de 3,65% ante o mesmo mês do ano passado e queda de 4,23% na comparação com maio.

 

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